Câncer de Mama- Tudo o Que Você Precisa Saber

Câncer de Mama, Sintomas, Tratamentos, Causas e Prevenção

O câncer de mama é um tumor maligno, que se desenvolve na mama como consequência de alterações genéticas em algum conjunto de células da mama que passam a se dividir de forma descontrolada.

O tipo de câncer que mais acomete as mulheres no mundo, é aquele que causa o crescimento anormal das células mamárias, tanto do ducto mamário quanto dos glóbulos mamários.

Os números são assustadores, são registrados cerca de 1,38 milhões de novos casos e aproximadamente 458 mil mortes por ano, números da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Apesar de o câncer de mama também acometerem os homens, a proporção em homens e mulheres é de 1:100, ou seja, a cada 100 mulheres com câncer de mama, 1 homem terá a doença.

No Brasil segundo o ministério da saúde, a estimativa é de aproximadamente 53 mil novos casos por ano, com uma estimativa de risco de 52 casos a cada 100 mil mulheres.

Tipos de câncer de mama

Tipos de câncer de mama

Existem vários tipos e subtipos de câncer de mama, o diagnóstico determinará após o exame qual o tipo, determinar o tipo de câncer pode parecer bobeira, mas é fundamental para o tratamento.

Muitos critérios são levados em consideração, se o tumor é ou não invasivo, avaliação imunohistoquímica, seu tipo histológico e seu estado.

Vamos falar um pouco sobre esse tipos de câncer de mama.

Tumor Invasivo ou não

Um câncer de mama não invasivo é aquele que está contido em algum ponto da mama, e não se espalha para outros órgãos. a membrana que reveste o tumor não se rompe.

Com isso as células cancerosas ficam concentradas dentro daquele nódulo, no caso do tipo invasivo, essa membrana se rompe e as células cancerosas invadem outros partes do corpo.

Todo câncer não invasivo pode se tornar um câncer invasivo, por isso, quanto mais cedo for feito o diagnóstico, melhoram as chances de cura.

 O que é a avaliação imunohistoquímica?

A avaliação imunohistoquímica, também chamada de IQH, avalia se o tumor tem o chamados receptores hormonais, Cerca de 65% a 70% dos cânceres de mama tem esses receptores.

Os receptores são uma espécie de porta de entrada para determinado hormônio, são três os tipos de receptores hormonais, hormonais: o de estrógeno, o de progesterona e o de HER-2.

Esses receptores agravam a doença, uma vez que eles são atraídos para o tumor, se ligando ao receptor, o que faz com que a célula maligna de divida, e se multiplique.

Tipo histológico do câncer de mama

O tipo histológico do câncer de mama, determina de que família ele é, como se fosse o sobrenome dele, são vários os subtipos.

Que variam de acordo com fatores como a presença ou ausência dos receptores hormonais e a extensão do tumor.

Confira alguns dos tipos de câncer de mama.

Carcinoma ductal in situ:

Esse é o tipo mais comum de câncer de mama não invasivo, ele afeta os canais que conduzem o leites, os chamados ductos.

Ele não invade outros tecidos e nem se espalha para a corrente sanguínea, isso porque a membrana que reveste o tumor não se rompe.

E por isso, as células cancerosas se concentram dentro daquele nódulo, porém ele pode se desenvolver em vários pontos dentro da mesma mama, o que é chamado de câncer multifocal.

Todo câncer de mama in situ tem potencial para se transformar em invasor.

Carcinoma ductal invasivo:

Esse câncer também acomete os ductos da mama, porém a sua diferença, é que ele pode invadir os tecidos que o circulam, se espalhando pela mama.

Ele representa hoje de 65% a 85% dos cânceres de mama invasivos. Esse câncer pode crescer localmente ou se espalhar para outros órgãos, o que faz através de veias e vasos linfáticos.

Carcinoma lobular in situ:

Esse tipo de câncer se origina nas células dos lobos mamários e não conseguem invadir os tecidos adjacentes, com frequência é multifocal.

Ele é um câncer com baixo índice de casos, ele representa de 2% a 6% dos casos de câncer de mama, mas nem por isso deve ser ignorado.

Carcinoma lobular invasivo:

Esse câncer de mama, também nasce nos lobos mamários, e é hoje o segundo tipo de câncer mais comum, ele pode invadir outros tecidos, crescer localmente ou se espalhar.

Ele é um tipo que tem a maior chance de afetar as duas mamas, por isso mesmo após o tratamento, o acompanhamento deve ser constante, até a certeza de total cura.

Carcinoma inflamatório:

Esse câncer de mama é o mais raro entre todos, porém também é a forma mais agressiva que existe, ele se apresenta como uma inflamação da mama.

E por causa dessa característica inflamatória, acaba ocupando uma grande extensão, e pode começar nas glândulas que produzem leite.

Como é um tipo de câncer muito agressivo, as chances de espalhar por outras partes do corpo e produzir a chamada metástase é muito grande.

Doença de Paget:

A doença de Paget é um tipo de câncer de mama que ocorre na aréola ou mamilos, e pode acontecer nos dois seios ao mesmo tempo.

É também, um tipo de câncer mais raro, representa cerca de 0,5% a 4,3% de todos os casos de câncer de mama, sendo uma das formas mais raras de câncer de mama.

As características desse tipo de câncer, são alterações na pele do mamilo, como crostas e inflamações.

Não se tem certeza de como esse câncer surge, são duas as teorias, uma é que ele nasce nos ductos mamários e se dirige até a pele do mamilo.

E a segunda, é que as células tumorais se desenvolvem já no final dos ductos, na junção dose mesmos com a pele.

Estágios do câncer de mama

Estágios do câncer de mama

O câncer de mama é dividido em quatro estágios, conforme a a doença avança, esses estágios são classificados de 0 ao 4, confira quais são os estágios.

Estágio 0:

No estágio 0, as células cancerosas ainda estão contidas nos ductos, nesse estágio o câncer é quase sempre curável.

Estágio 1:

Nesse estágio o tumor possui menos de 2 cm, sem ataque as glândulas linfáticas da axila.

Estágio 2:

Estes cânceres são maiores que os do estágio I e/ou se disseminaram para alguns linfonodos.

Estágio 3:

Nódulo com mais de 5 cm que pode alcançar estruturas vizinhas, como músculo e pele, assim como as glândulas linfáticas.

Mas ainda não há indício de que o câncer se espalhou pelo corpo.

Estágio 4

Os tumores estágio IV se disseminaram para outros órgãos.

O tratamento para o câncer de mama estágio IV geralmente consiste em terapias sistêmicas.

Terapias sistêmicas são medicamentos que se espalham pelo corpo para tratar o câncer, onde ele estiver.

Elas incluem quimioterapia, terapia hormonal, terapia alvo e imunoterapia.

Fatores de risco do câncer de mama

Confira alguns dos fatores de risco do câncer de mama, se você se encaixar em algum desses fatores, intensifique as consultas médicas e os exames.

A prevenção é essencial para quem possui algum desses fatores de risco.

Histórico familiar

O histórico familiar é fundamental para determinar o tratamento, o risco genético para a doença são:

  • Dois ou mais parentes de primeiro grau com câncer de mama
  • Um parente de primeiro grau e dois ou mais parentes de segundo ou terceiro grau com a doença
  • Dois parentes de primeiro grau com esse tipo de câncer, sendo que um teve a doença antes de 45 anos
  • Parente de primeiro grau com câncer de mama bilateral
  • Um parente de primeiro grau com a doença e um ou mais parentes com câncer de ovário
  • Parente de segundo ou terceiro grau com câncer de mama e dois ou mais com câncer de ovário
  • Três ou mais parentes de segundo ou terceiro grau com a doença
  • E dois parentes de segundo ou terceiro grau com câncer de mama e um ou mais com câncer de ovário.

Idade

As mulheres entre 40 e 69 anos são as principais vítimas do câncer de mama.

Nessa idade a fabricação do hormônio estrógeno aumenta muito, esse fator contribui para o aumento de casos do câncer.

Mulheres a partir dos 50 anos, devem dobrar a atenção, isso porque os riscos aumentam muito, entrando numa curva ascendente.

Menstruação precoce

Com a chegada da menstruação, o corpo da mulher passa a produzir quantidades maiores do hormônio estrógeno.

As quantidades alteradas desse hormônio facilita a reprodução desordenada de células mamárias, o que pode resultar em um tumor.

Quanto mais forte e duradoura for essa ação do estrógeno nas células mamárias, maiores são as chances de se desenvolver um tumor.

Mulheres que começaram a menstruar por volta dos 9 ou 10 anos, devem aumentar a prevenção e exames, porque estão em grupo com fator de risco elevado.

Se você se identificou com a situação, procure um especialista, faça todos os exames, se previna contra o câncer de mama.

Menopausa tardia

Assim como a menstruação precoce, a menopausa tardia também pode ser um fator de risco para as mulheres.

Isso porque, enquanto a menstruação não cessa de vez, os ovários continuam a produzir o estrógeno.

Deixando assim, as glândulas mamárias mais expostas ao crescimento celular desordenado, favorecendo o aparecimento de algum tumor.

Reposição hormonal

A reposição hormonal é um dos tratamentos mais procurados por mulheres que querem diminuir os sintomas da menopausa.

Mas essa reposição deve ser feita com muita cautela, e acompanhada de perto por um especialista no assunto.

Isso porque dois dos hormônios utilizados durante um tratamento de reposição, o estrógeno e o progesterona pode aumentar as chances de aparecer o câncer de mama.

Na menopausa, os tecidos ficam ainda mais sensíveis à ação do estrógeno, já que os níveis desse hormônio estão baixos devido à ausência de sua produção pelo ovário.

Como alternativa à reposição hormonal, é indicada a prática de exercícios físicos e uma dieta balanceada.

Se a reposição hormonal for inevitável, faça com um profissional extremamente cuidadoso, e repita com frequência os exames preventivos.

Colesterol alto

O colesterol alto é um fator de risco, principalmente para as mulheres, uma vez que essa gordura é a bases para a fabricação de estrógeno.

Por isso, mulheres com altos níveis de colesterol tendem a produzir esse hormônio em uma quantidade maios, aumentando assim, o risco de câncer de mama.

Obesidade

O excesso de peso é um fator de risco para o câncer de mama, principalmente nas mulheres que já entraram na menopausa.

Isso acontece porque a partir dessa idade, o tecido gorduroso tem a tendência de fabricar mais hormônios.

O alerta é mais sério para aquelas que apresentam um índice de massa corporal (IMC) igual ou superior a 30.

Para reduzir os riscos de desenvolver a doença não é necessário um esforço gigantesco.

De acordo com um estudo realizado pelo Centro de Prevenção Fred Hutchinson (EUA), que avaliou cerca de 439 mulheres acima do peso, entre 50 a 75 anos.

Basta apenas uma redução e 5% do peso para que os ricos sejam reduzidos pela metade.

Por isso se você sen encaixa nesse grupo de risco, comece ainda hoje alguma atividade física e evite o aparecimento de tumor.

Ausência de gravidez

A amamentação é uma das formas de prevenir o câncer de mama, por isso mulheres que nunca tiveram filhos possuem mais chances de desenvolver a doença.

Quando mulher amamenta, ela estimula as glândulas mamárias e diminui a quantidade de homônimos presentes em sua corrente sanguínea.

O que acaba sendo uma forma de prevenção contra a doença.

Lesões

Lesões na mama podem aumentar as chances de aparecer algum tumor, cistos, calcificações podem ser uma porta de entrada para a doença.

Por isso, se você tece alguma lesão séria, faça exames de rotina com mais frequência, acompanhe de perto qualquer possível sintoma.

Tumores anteriores

Pacientes que já tiveram algum tipo de câncer de mama, possui uma pré disposição para desenvolver outro tumor.

Essa situação é chamada de câncer recidivo ou que sofreu uma recidiva.

Se você foi curada de algum tipo de câncer, siga com rigor todas as recomendações médicas, até receber a notícia de cura total, sem chances de retorno.

Sintomas do câncer de mama

Sintomas do Câncer de mama

Falar de sintomas de câncer de mama, é um pouco complicado, porque eles variam muito conforme o tamanho e estágio do tumor.

E para complicar ainda mais, a maioria dos tumores não apresentam qualquer sintoma nas fases iniciais.

Durante o auto exame, procure por nódulos, se você encontrar algum é sinal que ele tem cerca de 1 cm³, o que já é considerado uma lesão grande.

Por isso, o melhor método de prevenção são os exames preventivos, como a mamografia, que deve ser feita antes mesmo do aparecimento de qualquer sintoma.

Porém, alguns aspectos podem ligar o alerta que é necessário procurar um médico e fazer um exame mais detalhado, são eles:

Vermelhidão na pele, inchaço ou calor, alterações no formato dos mamilos e das mamas, nódulos na axila, secreção escura saindo pelo mamilo, pele enrugada.

Em estágios avançados, a mama pode abrir uma ferida, se você identificar qualquer desses sintomas, procure a ajuda médica.

Diagnóstico do Câncer de mama

Além da mamografia, ressonância magnética, ecografia e outros exames de imagem que podem ser feitos para identificar uma alteração suspeita de câncer de mama.

Se caso identificado qualquer alteração na mama, é necessário uma biópsia do tecido coletado, onde uma equipe médica identificará se as células são tumorosas ou não.

Caso seja feito o diagnóstico, os médicos irão fazer o estudo dos receptores hormonais para saber se aquele tumor expressa algum ou não, além de sua classificação histológica.

A determinação da presença ou ausência desses receptores na célula maligna é que vai determinar que tratamento deve ser seguido e quais são as chances do paciente.

Tratamento do Câncer de mama

São vários os tipos de tratamento para o câncer de mama, que podem ser combinados ou não, geralmente todo o câncer deve ser retirado com uma cirurgia.

Dependendo do diagnóstico, a cirurgia pode levar a retirada parcial com completa da mama afetada.

E em alguns casos a cirurgia pode ser combinada com outros tratamentos, principalmente para os tipos de tumores mais agressivos.

O que vai determinar a escolha do tratamento é a presença ou ausência de receptores hormonais, o estágio do tumor, se já apresenta o diagnóstico com metástase ou não.

Outro fator determinante para o tratamento é a paciente e qual o seu estado de saúde e época da vida.

Tratar o quadro em uma mulher de 45 anos, saudável, é completamente diferente de fazer o tratamento em uma mulher com 80 anos e doenças relacionadas.

Nesse caso, deve ser levado em conta o impacto dos tratamentos e se eles irão interferir na qualidade de vida da paciente.

Os tratamentos são divididos entre terapia local e terapia sistêmica, conheça um pouco mais sobre os tratamentos.

Terapia local de câncer de mama

O câncer de mama tratado localmente será submetido a uma cirurgia parcial ou total seguida de radioterapia.

Na cirurgia, quando o tumor se encontra em estágio inicial, é retirada apenas a parte afetada, comprometendo menos a mama.

Após a cirurgia, é determinada uma quantidade de sessões de radioterapia, que usa radiação ionizante no local do tumor.

A radioterapia é muito utilizada para os tumores que ainda não se espalharam e não há metástases.

A radioterapia também pode ser usada nos casos em que o câncer de mama não pode ser retirado completamente com a cirurgia.

Ou até mesmo quando se quer diminuir o risco de o tumor voltar a crescer, o tempo aproximado de duração do tratamento é de 30 dias.

Terapia sistêmica do câncer de mama

A terapia sistêmica se faz com um conjunto de medicamentos que podem ser comprimidos ou injetado diretamente na corrente sanguínea.

Nas duas formas de tratamento, ele não é feito de forma local, ou seja, o medicamento irá circular por todo o organismo, passando por onde o tumor se encontra.

Existem três formas de terapia sistêmica:

A quimioterapia:

Esse tratamento utiliza medicamentos orais e intravenosos, com objetivo de destruir, controlar ou inibir o crescimento das células doentes.

A quimioterapia pode ser feita antes ou após a cirurgia, e o tempo de tratamento varia conforme o tipo e estágio do câncer de mama.

Além de lavar em consideração a estado atual de saúde da paciente.

A hormonoterapia:

É um tratamento que  tem como objetivo impedir a ação dos hormônios que fazem as células cancerígenas crescerem.

A hormonoterapia, portanto, só poderá ser utilizada em pacientes que apresentam pelo menos um receptor hormonal em seu tumor.

De uma forma geral, essa terapia é aplicada via oral, onde os comprimidos agem bloqueando ou eliminando os efeitos do hormônio sobre o órgão afetado.

A imunoterapia:

E um tratamento constituído de drogas que bloqueiam alvos específicos, ou seja possuem um alvo.

Nesse caso o alvo são determinadas proteínas ou mecanismo de divisão celular presente apenas ou preferencialmente nas células tumorais.

São medicamentos ministrados geralmente via oral.

Caso o tumor tenha grande extensão, pode ser que o médico recomende uma terapia sistêmica inicialmente.

Com o objetivo de  diminuir o tamanho do câncer de mama e assim fazer a cirurgia parcial.

Se o câncer apresentar metástases, a terapia sistêmica também é indicada, já que as drogas agem no corpo inteiro, encontrando focos do tumor e eliminando.

A escolha do tratamento leva em conta a curabilidade da doença e a tolerância à toxicidade do tratamento

Pacientes que sofreram metástases deverão se submeter ao algum tratamento sistêmico para o resto da vida, além do acompanhamento clínico.

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Possíveis complicações do câncer de mama

Uma da complicações mais presentes após o tradamento do câncer de mama é a recidiva, que é a volta de um tumor já tratado.

A recidiva do câncer de mama ocorre nos dois ou três primeiros anos após a retirada do tumor.

Por isso é muito importante um acompanhamento próximo nesse período, com mamografias regulares em intervalos de seis meses ou anualmente mais análise clínica do paciente.

A incidência de metástases também é uma possibilidade, isso ocorre quando o tumor, atinge outros tecidos e se espalha pela circulação sanguínea ou linfática.

Atingindo assim outros órgãos, como fígado e ossos, se o câncer for metastático, o tratamento deve ser sistêmico e acompanhado também individualmente.

Outra complicação são os efeitos colaterais após a cirurgia, o rompimento dos pontos e necrose de tecidos podem ocorrer com qualquer paciente.

Por isso, é necessário um acompanhamento médico e fisioterapia, que evitarão esse efeitos colaterais.

A higienização do local da cirurgia é muito importante para o sucesso da mesma, a higienização evitará infecções.

A cirurgia também envolve a modificação e pode causar uma série de alterações psicológicas na paciente, além das físicas.

Na hormonoterapia:

Nesse tratamento os sintomas da menopausa podem ser intensificados, outro risco é o surgimento de osteoporose, trombose e coágulos nas pernas.

Pode parecer assustador , mas esses efeitos colaterais são raros e as pacientes no geral tem uma alta tolerância ao tratamento.

Na quimioterapia:

Durante a quimioterapia a mulher pode sofrer infecções bucais, queda de cabelo, diarreia, náuseas e baixa imunidade temporária.

Algumas quimioterapias também pode afetar a saúde cardiovascular – por isso é importante o acompanhamento com cardiologista.

O sistema reprodutor também pode ser afetado, por isso, se você estiver em idade reprodutiva e pretende ter filhos.

Converse com seu parceiro e médico a possibilidade de se fazer o congelamento de óvulos.

Outro efeito colateral da quimioterapia é a queda de cabelo, infelizmente esse efeito não é controlável.

Isso ocorre porque o objetivo da quimioterapia é justamente matar tudo que está crescendo no organismo.

Na imunoterapia:

Já a imunoterapia tem menos efeitos colaterais, mas pode causar uma toxicidade no coração, por isso o acompanhamento de um cardiologista é fundamental.

Mesmo sendo um tratamento com pouco efeito colateral, o paciente pode sentir, falta de ar, sensação de calor, queda da pressão arterial e rubor.

Se algum sintoma desse aparecer durante o tratamento, avise imediatamente a equipe responsável pelo mesmo.

Normalmente, esses efeitos diminuem nas administrações posteriores.

Já a radioterapia pode causar cansaço e queimaduras leves na pele que voltam ao normal com o fim da terapia.

tratamento do câncer

Minimizando as complicações

Depois de falar de todas essas complicações, nada melhor do que conversarmos um pouco de como minimizar todas elas.

Existem formas concretas de aliviar os efeitos colaterais causados pelo diagnóstico e pelo tratamento, vamos falar um pouco delas.

Na quimioterapia.

As náuseas e vômitos são efeitos muito comum nesse tratamento, você fica parecendo mulher no início da gravidez, tudo pode ser gatilho para uma crise.

Para evitar esses efeitos colaterais, consuma alimentos de fácil digestão, e converse com seu médico sobre a possibilidade de usar remédios de contenção.

Você deve planejar a sua alimentação, tente aguardar pelo menos uma hora após a sessão para consumir qualquer alimento ou bebida.

Isso ajuda a amenizar as crises de náuseas e vômitos.

Como devagar, consuma porções pequenas de refeições, aumentando para cinco o seis refeições diárias, em vez de três grandes refeições.

Outra boa medida de contenção é evitar consumir líquidos enquanto come, isso evitará enjoos e vômitos.

Evite alimentos e bebidas fortes, como cebola, peixe, alho e café, prefira alimentos frescos e evite consumir alimentos muito quentes.

Lembre-se, tudo isso varia de paciente para paciente, umas sentem bem comendo antes da quimioterapia, outras não.

Na radioterapia

Alguns cuidados específicos devem ser adotados durante o tratamento de radioterapia, esse cuidados variam de acordo com a região do tratamento.

Porém, fique tranquila, a equipe de enfermagem está preparada para te orientar sobre os cuidados específicos, mas podemos citar alguns.

Lave a pele irradiada com sabão suave e água morna, evite coçar ou esfregar a área, ela estará muito sensível.

Aplique pomadas ou cremes sobre a pela irradiada, mas somente com a aprovação do seu médico.

De sempre preferência para roupas folgadas e confortáveis, prefira também roupas claras sobre a região afetada.

Mesmo com o tratamento, a paciente pode viver bem, com cuidado, carinho e atenção.

Faça fisioterapia

A fisioterapia promove a independência funcional da paciente, possibilitando que ela realize atividades sozinha e sem inconveniências.

Essa prática alivia a dor e reduz a necessidade do uso de analgésico, a fisioterapia é indicada após a cirurgia.

Alimentação

O acompanhamento de um nutricionista ajuda a prevenir a perda de peso durante o tratamento.

Além disso, ele ajuda a paciente com câncer de mama a seguir as restrições dietéticas corretas para evitar possíveis efeitos colaterais do tratamento.

Exercícios Físicos

A atividade física ajuda  a diminuir a fadiga, aumenta a energia, a disposição e autoestima, e se for acompanhada, melhora o convivência social.

Não importa que atividade física você fará, pode ser uma caminhada, uma corrida leve.

A duração também não é importante, comece com poucos minutos e vá aumentando conforme você vai se sentido melhor.

Após a cirurgia, converse com seu médico sobre o retorno às atividades físicas.

Isso pode variar conforme o tempo de recuperação esperado, cada procedimento realizado determinará esse tempo de recuperação.

É comum, algumas pacientes apresentar uma queda de imunidade durante o tratamento, o que pode ser porta de entrada para infecções oportunistas.

Por isso, evite atividades físicas como natação, e lugares fechado com aglomeração de pessoas.

Sexualidade

A diminuição da libido é um dos efeitos colaterais mais comuns durante o tratamento do câncer de mama.

Isso porque, as alterações hormonais e incômodos emocionais podem influenciar diretamente no seu comportamento sexual.

Mas não se preocupe, lembre-se que esses transtornos são causados por situações físicas atuais que você está enfrentando.

Fale com seu parceiro ou parceira, converse sobre essa diminuição da libido, explique que é uma situação momentânea, que nada tem a ver com ele ou ela.

A comunicação aberta poderá ajudar a buscar maneiras criativas de despertas a sua libido.

Fale com seu médico, ele pode prescrever medicamentos para combater os efeitos colaterais do tratamento, motivos que levam ao desinteresse sexual.

Se você achar necessário, procure um psicólogo, ele pode ajudar identificando e tratando os obstáculos emocionais que colaboram com o desinteresse sexual.

Porém, o mais importante de tudo, é você, somente você, dê um tempo para você mesmo aceitar tudo o que está acontecendo.

Autoestima

A autoestima pode ser bastante afetada durante o tratamento, geralmente por dois fatores, a queda de cabelos e a mastectomia.

Procure não de deixar abater por esse sentimento, e procure saídas para esses momentos de incômodos.

Coloque em sua cabeça, que tudo isso não é nada perto da batalha que você está enfrentando contra o câncer de mama.

Busque por atividades que façam você se sentir bem, como cursos de uma área que você se interesse.

Tudo vale para reconquistar a autoconfiança ou então não deixar que ela se vá, a autoconfiança é fundamental para o sucesso do tratamento.

Já vi pessoas que a doença era absolutamente curável, mas não conseguiram sair da situação por ter jogado a toalha.

E outras pessoas, que foram desenganadas pelos médicos, e conseguiram a cura, justamente por acreditar que era possível e não se abater.

Se você recebeu um diagnóstico de câncer de mama, qual dessas pessoas você quer ser?

Sentimentos

O ser humano é cheio de emoções e a doença pode potencializar essas emoções, por isso sentimentos diversos podem acontecer de uma para outra.

São altos e baixos o tempo todo, mas isso é absolutamente normal, saiba que alguns dias serão melhores que outros.

O importante é que você não se desespere em meio aos sentimentos que experimenta.

Se você perceber algum sinal de depressão, como tristeza profunda, falta de sono e apetite, insegurança e desânimo.

Converse com seu médico sobre o assunto, ele poderá recomendar uma visita ao psicólogo, mas não guarde esses sentimentos para você.

Se fechar para o mundo, não te ajudará no tratamento, estar bem mentalmente é muito importante para conseguir um resultado positivo.

Impacto do câncer de mama na vida

Com certeza sua vida sofrerá impactos após o diagnóstico do câncer de mama, e principalmente durante o tratamento.

Por isso, é fundamental se preparar para esses impactos, confira alguns impactos e como lidar com eles.

Casa

Você provavelmente está acostumada a fazer tudo sozinha dentro de casa, durante o tratamento do câncer de mama, isso não será mais assim.

Afinal, por mais suave que o tratamento seja, você sofrerá com algum efeito colateral do mesmo.

Se você ainda não divide as tarefas de casa com sua família, esse é momento para determinar o que cada um deve fazer para ajudar.

Essa ajuda é essencial para aqueles dias em que você se sentirá indisposta e debilitada, a família será seu apoio para as tarefas de casa.

Trabalho

Mesmo durante o tratamento é possível continuar trabalhando, mas para isso você deve estar disposta e com vontade de fazê-lo.

Trabalhar pode te ajudar a manter o convívio social e atenuar os sintomas da doença, afinal ela não será seu único foco.

Porém, se você se sentir debilitada e sem condições de sair de casa para trabalhar, converse com sua empresa, com seu chefe.

Pode ser, que você consiga alguma atividade home office, trabalhar em casa pode te ajudar a desviar a atenção do tumor.

Mas, se for inevitável abandonar o trabalho, não tenha receio de se afastar, a sua saúde vem em primeiro lugar.

Vida Financeira

A vida financeira pode ser outro aspecto da sua vida que mudará, afinal a maioria de nós brasileiros, vivemos com o orçamento bem apertado.

E se você precisar se afastar do trabalho, o impacto será ainda maior, sem contar as despesas novas devido ao tratamento.

Porém, saiba que é possível solicitar o auxílio-doença, que pode complementar a sua renda mensal.

Refaça orçamento contando com as novas despesas, mas não se aflija muito com isso, o que ficar para trás, pode ser resolvido depois.

Sempre priorize a sua vida, e o seu tratamento, se for para cortar alguma coisa do orçamento, que seja as despesas com coisas dispensáveis.

Os filhos

Não faça cerimônia para contar aos seus filhos o que está acontecendo, quanto mais sincera você for, mas compreensão você terá.

A pessoa mais indicada para contar a eles é você, fale de uma forma clara e objetiva, comunique quais são os próximos passos a seguir.

Não tenha medo de dizer a palavra câncer, não trate o câncer de mama como um tabu, a vida ficará mais fácil sem esse peso nas costas de todos.

Você não precisa contar detalhes da doença, mas esteja preparada para questionamentos.

Explique os efeitos colaterais da doença do tratamento, que é normal você ficar mais triste em alguns momentos.

Diga que é normal a queda de cabelos e outros efeitos, isso evitará choques posteriores.

Seus filhos poderão apresentar mudanças de comportamento e desempenho na escola.

É importante que o educador saiba lidar com isso e tenha liberdade de comentar com você se algo diferente ocorrer.

Se sentir a necessidade, busque apoio de um psicólogo familiar.

conjugue

Assim como seus filhos, seu companheiro ou companheira é uma pessoa que faz parte da sua vida, não omita nada dele ou dela.

Seu conjugue pode ser o seu principal apoio para superar o momento que estão passando juntos.

Conversem francamente sobre as demandas que surgirão e peça ajuda para enfrentar a doença.

Informações da doença

Outras informações sobre o câncer de Mama

Confira algumas informações complementares que podem te ajudar a passar por esse momento de luta.

Prevenção e o câncer de mama

A prevenção do câncer de mama está dividida em duas etapas que caminham lado a lado, a primária e a secundária.

Na prevenção primária, você deve adotar para sua vida hábitos saudáveis, tanto na alimentação como nas atividades físicas.

Na prevenção secundária, você precisa realizar os exames de rastreamento, assim poderá fazer uma diagnóstico precoce, aumentando a possibilidade de cura.

Atividade Física e o câncer de mama

O Journal of the National Cancer Institute mostrou que as adolescentes que praticam exercícios físicos intensos.

Diminuem as chances de sofrer de câncer de mama na fase adulta em até 23%.

Na análise feita pelo Journal of the National Cancer Institute a prática de atividade física deveria começar por volta dos 12 anos e durar por pelo menos dez anos.

Esse período é necessário para que a proteção contra a doença seja notada, por isso se você tem uma adolescente dentro de casa, é hora de se exercitar.

Os exercícios são capazes de reduzir os níveis de estrógeno, hormônio relacionado ao risco de câncer.

A prática de exercícios também diminui o estresse e ajuda no controle do peso, fatores que também influenciam no desenvolvimento do tumor.

Amamentação e o câncer de mama

Foi constatado em estudos que as mulheres que amamentas seus filhos por pelo menos seis meses, têm 5% menos chances de desenvolver a doença.

Quando a mulher amamenta, ela estimula as glândulas mamárias e diminui a quantidade de hormônios, como o estrógeno, da sua corrente sanguínea.

O que ajuda na prevenção do câncer de mama.

Reeducação alimentar e o câncer de mama

Manter a alimentação equilibrada ajuda no controle do peso, e por consequência na prevenção de doenças crônicas como o câncer.

Sem contar que melhora a saúde como um todo, um corpo saudável trabalha melhor, prevenindo a surgimento de tumores.

Estudos revelaram que as mulheres que consomem vegetais diariamente, tem ate 45% menos chances de desenvolver câncer de mama.

Esse estudo realizado pela Boston University, mostrou que alimentos como brócolis, mostarda, couve e hortaliças verdes.

Ajudam no combate do câncer porque são ricos em glucosinolatos, que são aminoácidos com um papel importante na prevenção e tratamento.

Estresse e o câncer de mama

O estresse é uma complicação a mais para quem está no grupo de risco do câncer de mama.

Mulheres que vivem uma rotina muito agitada e estressante tem quase o dobro de chances de desenvolver algum tipo de câncer de mama.

Para amenizar esses riscos, recomenda-se técnicas de relaxamento e meditação, essas técnicas ajudam a controlar o estresse e a ansiedade.

Se você não consegue parar para fazer as técnicas sozinhas, procure uma companhia, uma comunidade que possa te ajudar.

Existem muitos núcleos que praticam a meditação guiada, é uma forma mais fácil de aderir a técnica e eliminar o estresse.

Álcool e o câncer de mama

O álcool é um dos principais vilão da quem está no grupo de risco.

Estudos mostram que o consumo de apenas 14 gramas de álcool por dia é capaz de aumentar o risco de ter câncer de mama em 30%.

Não existe uma explicação fundamentada para esse resultado, somente a certeza que o álcool é prejudicial para as pessoas do grupo de risco.

Peso e o câncer de mama

Mulheres com sobrepeso ou obesidade correm mais risco de desenvolver algum tipo de tumor.

Especialmente as mulheres que possui esta característica e atingiram a menopausa.

E para agravar, o excesso de peso pode facilitar as chances do câncer ser mais agressivo.

Mamografia e o câncer de mama

A mamografia é a principal ferramenta para se detectar o câncer de mama nos dias atuais.

As mulheres que possui histórico familiar de câncer de mama, devem começar o exame 10 anos antes do caso mais precoce da família.

Por exemplo, se um parente próximo teve câncer de mama aos 45 anos, é preciso começas as mamografias a partir dos 35 anos.

Para as mulheres que não possuem histórico familiar, é recomendável começar os exames aos 50 anos.

Lembrando que a periodicidade da mamografia deve ser anual, essa prática reduz em até 30% as chances de morte pela doença.

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Câncer de mama e seus direitos

Você tem alguns direitos garantidos por lei, confira quais são:

Reabilitação Profissional:

Todos os segurados da Previdência social tem direito à reabilitação profissional.

O serviço da Previdência Social visa readaptar ou reeducar o profissional para o retorno ao trabalho.

Com o fornecimento de materiais necessários à reabilitação

Auxílio-doença: 

A paciente terá direito ao benefício mensal desde que fique por mais de 15 dias com incapacidade para o trabalho.

Essa incapacidade deve ser atestada por perícia médica da Previdência Social e que tenha contribuído com o INSS por no mínimo 12 meses.

Para solicitar o auxílio doença, compareça pessoalmente ou por intermédio de procurador a uma agência da Previdência Social.

Preencha o requerimento, apresente a documentação exigida e agende a perícia.

O auxílio-doença deixará de ser pago quando você recuperar a capacidade para o trabalho, ou caso o direito se reverta em aposentadoria por invalidez.

Aposentadoria por invalidez:

Você terá direito ao benefício se for segurada da Previdência Social.

E a perícia constatar que está incapacitada permanentemente par ao trabalho.

Geralmente, é preciso ter contribuído com o INSS por, no mínimo, 12 meses para obter o benefício, mas existem exceções.

Compareça pessoalmente ou por procurador a uma agência da Previdência Social.

Preencha o requerimento, apresente a documentação exigida e agende a perícia.

Você ainda pode requerer o auxílio-doença pela internet, no site da Previdência Social ou pelo telefone gratuito 135.

Isenção de imposto de renda:

Você tem direito à isenção do imposto de renda sobre os valores recebido a título de aposentadoria, pensão ou reforma.

Inclusive as complementações recebidas de entidades privadas e pensões alimentícias.

Mesmo que a doença tenha sido adquirida após a concessão da aposentadoria, pensão ou reforma.

Procure o órgão responsável pelo pagamento da aposentadoria, pensão ou reforma.

E solicite a isenção do imposto de renda que incide sobre esses rendimentos.

Isenção do IPTU:

Não existe uma legislação nacional que garanta a isenção do IPTU para pessoas com determinadas patologias, como o câncer de mama.

Mas, como se trata de um imposto municipal, algumas cidades já garantes a isenção. Informe-se na Secretaria de Finanças do seu município.

Cirurgia de reconstrução mamária:

Você tem direito a realizar a cirurgia reparadora gratuitamente, tanto pelo SUS como pelo plano de saúde.

Se estiver em tratamento no SUS, exija o agendamento da cirurgia no próprio local.

Se seu tratamento não for pelo SUS, dirija-se a uma Unidade Básica de Saúde.

E solicite seu encaminhamento para uma unidade especializada em reconstrução mamária.

Pelo Plano de Saúde, consulte um cirurgião credenciado, a reconstrução é um direito seu.

Você não está sozinha contra a doença

Câncer de mama tem cura?

A cura do câncer de mama depende muito de quando o diagnóstico foi feito, se ele foi feito de forma precoce, as chances de cura é alta.

Os tumores detectados nos estágios 0 ou 1, chegam a ter uma chance de cura de mais de 90%.

Já um câncer detectado nos estágios 3 ou 4 tem suas chances de cura total reduzidas para 30% a 40%.

Mesmo com esse diagnóstico desfavorável, o importante é não desistir, afinal 40% de chance de cura total é muita coisa, vale a pena lutar por isso.

Até os cânceres em estágios mais avançados, podem responder bem ao tratamento, principalmente as cirurgias de remoção completa do tumor.

Com tratamento adequado, orientação médica correta e força de vontade, toda dificuldade pode ser superada.

Você não Está Sozinha.

As pacientes com câncer de mama tendem a se isolar, buscando ficar sozinha, e por consequência aumenta o sentimento de solidão.

Que pode acabar levando a um depressão profunda, que acaba agravando a doença.

Lembre-se, você não está sozinha, peça ajuda, compartilhe sua experiência.

Existem centros e locais especializados em terapia de grupos para mulheres com câncer de mama.

Seu conhecimento pode ser compartilhado na luta contra essa doença, ajude a quebrar o tabu que rodeia o câncer de mama.

Incentive as mulheres a fazer a mamografia, converse com suas amigas e colegas sobre a importância do exame.

Conte sua experiência para entidades de apoio ao paciente.

Você pode ainda criar um blog, um canal no Youtube, ou perfis em outras redes sociais, para dividir suas experiências com os leitores e seguidores.

Compartilhar sua experiência fará bem para as outras pessoas que estão começando essa batalha.

E o melhor, fará muito bem para você, vencer de vez a doença, e voltar a sorrir e aproveitar a vida.

Se você gostou do conteúdo, curta e compartilhe em suas redes sociais.

Faça esse texto sobre câncer de mama, chegar ao maior número de mulheres possível.

A prevenção sempre será o melhor tratamento para qualquer enfermidade.

Abraços

Equipe Site Criativo.

Fontes:

Inca

Ministério da saúde

2 Replies to “Câncer de Mama- Tudo o Que Você Precisa Saber

  1. Carlos Sérgio Cavassana disse:

    Primeiro site que pede para que a gente faça um comentário e que deixa, de fato, um campo para fazê-lo.
    Esta página reúne assuntos que nos ocupariam um bom tempo diário para ler todas as informações que ela traz. Essa do câncer, por exemplo, é uma delas, uma vez que se fala bastante em Outubro Rosa. Continuem sempre com este valioso trabalho de informação, porque esta é ainda uma das melhores formas de prevenção.

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